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Duas razões que deixam recém-formados fora do um mercado em expansão

Por Lídia Ferreira.

O Brasil tem hoje 30% de pessoas com o diploma na mão entre os 26 milhões de desempregados, segundo o IBGE. E acredite: sobram oportunidades no mercado, inclusive vagas.

Pode até parecer incoerente a afirmação em tempos de crises, mas os dados mostram que é real. Para quem sai da faculdade, dois caminhos são os mais comuns: empreender ou buscar colocação na área. Para ambos, há um mercado promissor.

Para se ter uma ideia, 41% de companhias brasileiras  não conseguem profissionais para ocupar suas vagas, de acordo com a pesquisa “Escassez de Talentos” do ManpowerGroup. Já a pesquisa uma pesquisa do Sebrae, em parceria com o Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), mostrou que a maioria dos empreendedores iniciais no Brasil tem de 25 a 34 anos (30,3%), idade média de quem alcança o diploma universitário.

Oportunidades de um lado, desemprego do outro. Por que essa conta no fecha? Duas são razões se destacam:

  1. O mercado e as relações de consumo mudaram:
    O sociólogo da USP e especialista em relações de trabalho, José Pastore, foi categórico em uma entrevista para a BBC: “Empresários não querem canudo”. O mercado quer empreendedores e funcionários que tenham a capacidade de dar soluções para problemas e interesse em aprender coisas novas.
    O mundo globalizou e a forma como as pessoas passaram a consumir também se transformou. Isso se deve muito pelo aumento do uso da internet. Mesmo como funcionário, é preciso ter ideias empreendedoras, saber lidar com desafios, entender de marketing, dispor de ferramentas e conhecimento para acompanhar as mudanças constantes e rápidas do mercado.
  2. Mercado globalizado fala inglês – e fluente:
    O campeão em eliminar candidatos e oportunidade de negócios é a fluência do idioma, especialmente o inglês. Até o ano passado, 60% das vagas exigiam a língua inglesa fluente, segundo a Page Personnel. Não basta falar: é preciso dominar, escrever, conversar, fazer projetos e mostrar vivência com o idioma.
    No campo do empreendedorismo é mais do que realidade a expansão de negócios além das fronteiras territoriais brasileiras. Além disso, o e-commerce é um dos segmentos que mais cresce e ele está na rede mundial de computadores, ou seja, se você tem uma loja virtual, ela está acessível ao mundo todo.

Como dar o primeiro passo para conseguir um emprego ou montar um negócio?

Uma das alternativas eficazes para superar essas duas razões que mais limitam recém-formados a ingressarem no mercado é se especializar nos dois temas. Para quem tem pressa, imergir em cursos, de curta duração e voltados ao tema, é uma boa solução.

Com a proposta de imersão, ou seja, “um mergulho” no inglês com o diferencial de ter aulas com feras do empreendedorismo, o Impact Hub Curitiba lançou o projeto inédito Business English For Entrepreneurs.

Será realizado de 22 de julho a 3 de agosto de 2018, em Los Angeles, Estados Unidos.

Durante 13 dias, os participantes estarão em um ambiente onde tudo será vivenciado em inglês. Serão aulas voltadas para Business English, além do desenvolvimento de  um projeto de uma empresa fictícia que envolverá situações reais de planejamento, pesquisa de mercado, marketing, vendas, reuniões, apresentações, relatórios, pitches, entre outras tarefas com resultados a serem apresentados ao final do programa.  

As inscrições estão abertas e as vagas limitadas. Conheça mais aqui sobre o bootcamp realizado com a UCLA (University of California, Los Angeles).

 

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Envie para: imprensa.curitiba@impacthub.net

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