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Dicas práticas para o recém-formado encontrar chance no mercado

De um lado, o diploma na mão e do outro, vagas a serem preenchidas. Como encurtar esse caminho para dar “match” e encontrar seu lugar no mercado de trabalho?

Entrar e até mesmo sair na faculdade deixou de ser um grande desafio para muitos jovens. Diante das incertezas econômicas e do concorrido mercado de trabalho, dar um “match” com o emprego sendo um recém-formado parece uma missão quase impossível.

Mas muita calma nessa hora. Existem táticas que podem te ajudar a cortar caminho e conseguir sua vaga, como sugere a coach Danielle Fausto. De acordo com ela, o desafio maior do recém-formado é “a não prática do conhecimento teórico que ele adquiriu”.  “Quando um recrutador está interessado em um profissional, ele quer entender como é a prática e o resultado do conjunto de comportamento, habilidades e conhecimentos que aquele profissional pode entregar para empresa”, explica.

Por isso, vamos à MÃO  NA MASSA!! Separamos algumas dicas preciosas que você pode começar a colocar  em prática hoje. Vamos lá, sem desanimar e com muito foco.

 

1. CRIE A SUA OPORTUNIDADE DE EXPERIÊNCIA – Isso mesmo, não vai dar para ficar esperando uma chance não. A dica é se envolver em  trabalhos voluntários.  Isso não quer dizer que você precisa ir trabalhar em uma  ONG (Organização Não-Governamental), mas é importante você colocar em prática aquele conteúdo aprendido em alguma organização.  “Muitas vezes você tem um parente seu que tem uma empresa, vai lá passar o dia na empresa, vai lá fornecer ajuda de forma informal, para você entender na prática o que é o dia a dia de uma indústria, uma empresa, a área administrativa, consultório odontológico…enfim, independente da sua área”, ressalta a coach. “Mas nas ONGs também é muito válido, elas precisam muito também”, completa.

2. NETWORKING –  A própria atividade voluntária vai te proporcionar conhecer pessoas da área, outros profissionais e melhorar sua rede de contatos. “Se você se fecha só no teu círculo de amigos, pessoas da universidade, você acaba não conectando com essas oportunidades. Além disso, ir a eventos, participar de encontros, enfim, cultivar seu próprio networking gera chance para que você encontre essas oportunidades”.

3. CIRCULE POR EVENTOS DIFERENTES – Há feiras e eventos específicos para determinadas, assim como há outras ações com temas mais amplos, como encontros de inovação, por exemplo, que também são indicados para pessoas de diferentes áreas. “Além das palestras, muitas vezes essas atividades têm um coquetel ao final que é o momento de você conhecer pessoas que, talvez entre elas, esteja alguém que vá abrir essa oportunidade que você deseja”, destaca Danielle Fausto. 

4. CARTA DE RECOMENDAÇÃO – Vale a pena pedir daquele professor,  orientador ou coordenador de algum projeto que você participou na faculdade uma carta de recomendação destacando seus pontos fortes. “Geralmente os RHs nem pedem isso, mas você já pode incluir no seu currículo ou locar o link do projeto que você participou. Não é uma prática isso, então pode soar como diferencial”, aposta Danielle.

5. CURRÍCULO – No geral, os RHs são muito tradicionais, mas já há um movimento de mudança desses setores como está ocorrendo no mercado.  O currículo de papel, formal, ainda é muito usado, mas as empresas tem usado muito a rede social que é o Linkedin.  “Muitas oportunidade estão disponibilizadas nessa rede e profissionais de recrutamento de empresas têm buscado no Linkedin esses candidatos como banco de dados. É legal ter os dois, de modo que eles se comuniquem da mesma forma”, diz.  

6. INTERAJA NO LINKEDIN – Tá em casa de bobeira? Esquece um pouco o Facebook e gaste tempo no Linkedin, adicionando profissionais, postando trabalhos e curtindo outros profissionais.  “Eu considero hoje e recomendo como uma das ferramentas uma das mais fortes em termos profissionais, até a estrutura como ele é feito em termos de logaritmos, como ele mostra vai depender da tua ação dentro da ferramenta”, reforça.  Preencha o máximo que você puder dentro da ferramenta. “Interaja, curta, participe, pois ele vai criando tua imagem digital no meio profissional” destaca.

7. COMPORTAMENTO DIGITAL – Que empresa você está buscando? Pense nisso e avalie como é o seu comportamento e apresentação em redes sociais como Facebook, Instagram e Twitter. “Não posso dizer que todas as empresas gostam que você exponha a tua vida no ambiente digital,  enfim, cada empresa vai ter seu código de ética. Mas de modo geral, é bom que se repense, pois quando você entra numa organização você está representando essa empresa por onde você vai”, sugere Danielle. 

8. DESCUBRA AS COMPETÊNCIAS DO FUTUROO que as empresas de agora e do futuro querem? Estamos vivendo uma mudança na forma como as pessoas se comportam como se relacionam e como fazem negócios e isso influencia na escolha dos profissionais. “Algumas delas são recorrentes e comuns a muitos cargos e áreas, como por exemplo, liderança, que pode fazer muito sentido, seja a auto liderança, a liderança de influência de pessoas, a liderança organizacional, enfim, a gente pode ver sob muitos aspectos esse ponto”, diz a coaching. Comunicação e vendas, no sentido de se comunicar bem e vender suas ideias e suas habilidades também são consideradas competências. “Enfim, buscar cursos nessas áreas pode ser muito positivo, como oratória, por exemplo, podem ser formações complementares”, diz. 

9. IDIOMAS – Investir em idiomas vai depender do seu objetivo principal, mas de modo geral há uma tendência forte das empresas em expandirem suas fronteiras, especialmente com a atuação por via tecnológica. Portanto, investir no inglês é uma boa opção. “A escolha do idioma vai depender mais do teu objetivo. Se você quer expandir sua atuação para o mundo, ter um ou dois idiomas, amplia a sua oportunidade”, finaliza Danielle Fausto.

 

O empreendedorismo também é outro caminho para recém-formados, mas esse é um tema para um próximo post do blog.
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